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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Hoje não há mesmo palavras....

Está foto não é minha mas transmite o que sinto.
Às fotos horríveis não são boas de ver....

domingo, 15 de outubro de 2017

O inferno de Dante

Estão 28 graus, o vento muda constantemente de direção e o fogo alastra assustadoramente devorando tudo o que encontra..... Não há palavras quando se vive tal coisa de perto.
S. Pedro de Moel, Marinha Grande, Vieira de Leiria e Pedrogão, tudo devastado e o inferno continua.
Medo do que praí vem esta noite.



Assustador!

Desolador, assustador ver que o fogo vem a passos largos da mata no sentido das casas. Custa a respirar, o vento é super quente e o fumo rodopia. Pensei que este ano o Pinhal de Leiria escapara aos dementes malvados, enganei-me. Ainda esta manhã pedalei por lá à procura do fresco, tão feliz por poder usufruir de tamanha beleza natural. Nem quero pensar como vão ficar aqueles lugares lindos, e mágicos...
Aparentemente começou em vários lugares ao mesmo tempo, como de resto quase todos os fogos postos e rapidamente se espalhou com o vento... Se foi posto só espero que os responsáveis ardam
neste inferno :(


domingo, 7 de agosto de 2016

Salvamento

O casal entrou no mar como se do Mediterrâneo calmo e quente se trata-se, mas não, era o Oceano Atlântico. 
Ondas enormes e poderosas, correntes fortes e intensas arrastaram-nos para dentro e já não conseguiam sair. Os nadadores salvadores entraram na água a correr e a muito custo um conseguiu trazer a mulher, ambos exaustos e muito assustados. Os outros dois já não tinham forças. A mulher entrou em choque e hipotermia, chamou-se o Inem, a polícia marítima, as motas de água. Nunca mais chegavam. Um banhista corpulento e corajoso, perante a aflição, entrou no mar com uma corda e conseguiu finalmente alcançá-los, toda a praia ajudou a puxar. Salvaram-se!
Chegaram as equipas de salvamento e o Inem levou a mulher embrulhada em pratas, estavam trinta e dois graus... O homem estava aflito com ela, aparentemente filha e foram os dois. A praia sossegou, o mar é que não, parecia irritado, enervado, enfurecido até e foi ganhando terreno em relação a praia com ondas cada vez maiores, obrigando todas pessoas a irem recuando. 
Respeito perante tamanho poder. Hoje, apesar dos trinta e dois graus rente ao mar, nem as unhas dos pés molhei. Só se vive uma vez, aliás, de uma coisa estou certa, aqueles dois espanhóis tiveram uma segunda oportunidade e com certeza não vão tão depressa entrar no Oceano Atlântico.