A genética. Sim, a genética, a herança que recebemos em vida, aquilo que vai ditar se vamos ficar brancos ou pretos, se vamos ter os olhos em bico ou se os cabelos vão ficar brancos ou amarelos.
Os cuidados que temos conosco. Ou que não temos. Se fumamos ou se bebemos, se lavamos a cara ou se vamos dormir de olhos pintados, se tiramos o sebo da pele e se lhe damos alimento.
As nossas expressões. Se sorrimos ou gargalhamos, se andamos de cenho franzido ou se temos tiques nos olhos.
A gravidade. Oh sim, aquela que puxa e empurra para baixo e para os lados e nunca para cima.
E o Sol!
Sim, o sol que tanto adoramos e nos deixa tão felizes e nos dá um tom torrado e saudável. Mas não. Ele é terrível para a nossa pele e a faz envelhecer. O sol é o inimigo número um das gelhas da nossa pele.
Saibam que temos (eu tenho) uma zona crítica, aquela que mais está exposta aos raios solares, a que não protejemos nem com capacete, nem com óculos, nem com luvas, muito menos com protector quando pedalamos ou caminhamos ou até simplesmente andamos ao ar livre.
Parece até que, mais importante do que um bom e caro creme hidratante ou de tratamento, será um bom e super potente protector solar todos os dias, quiçá até, um ecran total.
Bom, sei que só chove, mas já cá canta o ecran total e um creme de contorno de lábios. Daqui a seis meses nem me vão reconhecer cof cof cof!
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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
Coisas de gaja
Sei que já vou tarde, mas fica a dica para o ano que vem, se é que ainda não conhecem esta receita milagrosa e milenar que já vem da avó ou da mãe e que passa de geração em geração.
Para as moçoilas que têm os calcanhares tão secos e gretados que parece que andaram a cavar descalças tardes inteiras, para aquelas, como eu, que não gostam de ir à pedicure porque têm cocegas e os pés tão escanzelados e sem calosidades que vêm de lá sempre com um bife a menos e para aquelas que não têm paciência para estar com os pés de molho e depois raspá-los, besuntem-nos com um creme apropriado para pés ou mesmo outro creme gordo qualquer e calcem umas meias durante algumas horas. Vão ver, ficam com uns pés de seda. Vale?
Ou isso ou colocar os pesitos dentro de um tanque com peixinhos, mas cuidado, vejam se não são piranhas...
segunda-feira, 6 de julho de 2015
Lojas para Mães?
Fui às compras com MaiNovo. Yeah! Há c'anos que não andava assim descansada uma manhã inteira a bater perna pelas lojas. Entra e sai, mexe e remexe, veste e despe, fica bem não fica. Na sua maioria, lojas de roupa jovem para ele e eu ia cuscando. Eu queria porque queria uns calções para sair à noite na praia ou mesmo para andar com a perninha ao léu no fim de semana, até que, numa dessas lojas me apaixonei por uns. Fui experimentar Yeah! Diz MaiNovo:
- Ó mãe, são giros e ficam-te bem, mas isto são lojas para pitas como as filhas das tuas amigas, agora imagina-te a encontrares uma delas vestida igual a ti...
Toing! Passou-me uma nuvem pelos olhos, cinzenta com'ó raio e armada em carapau de corrida que até me toldou as vistas. A semente da dúvida começou ali a germinar e a crescer assustadoramente. Raios partam o puto que até é capaz de ter razão.
Haverá então lojas de mães e lojas de filhas ou apenas o bom senso, o gosto e os tamanhos da roupa poderão determinar onde devemos dirigir-nos para comprar roupa depois dos 40? Depois dos 45, vá. Será que eles nos vêm assim, cotas armadas em pitas?
Bom larguei os calções e dirigi-me a outra loja que é dividida em parte mães e parte filhas. Não deve ser esta a ideia, mas aparentemente até poderá ser.
Escolhi isto:
Vesti e chamei-o para opinar, foi aprovado. (O que ele não sabe é que isto veio do lado "filhas" da loja") :))))
terça-feira, 28 de abril de 2015
Tudo a seu tempo
Quando dei por mim estávamos a falar de doenças, exames, ecografias e cirurgias.
É certo que o tempo não pára e as pessoas são seres em constante movimento e evolução. Naturalmente os interesses vão-se alterando à medida que nós vamos, não digo envelhecendo, digo antes avançando no tempo. Se outrora, quando nos encontrávamos, falávamos da escola e de namorados, depois de maridos e carreiras profissionais e depois de filhos e sogras, hoje falamos de divórcios, doenças e mortes, além de outras coisas, claro. Por mais que se queira contrariar esta tendência, as alterações são por demais evidentes, especialmente quando os filhos já são suficientemente crescidos para fumar e beber ao lado dos pais, já trazem as namoradas pela mão e já estão longe a estudar para preparar o seu futuro e a fazer-se à vida.
Até aqui tem sido difícil admitir tudo isto, mas já não tenho como...
Sim, eu e as minhas amigas, já falamos de doenças...
terça-feira, 14 de abril de 2015
Ser Gaja é
Abrir o guarda vestidos, sim, o guarda vestidos, que closet não é para todas e ver que está cheio de roupa mas não tem nada para vestir. É vestir uma peça atrás da outra e não se sentir bem com ela naquele dia, só porque sim. É gostar de ir às compras, é gostar de lá ver uma blusa nova ou umas calças ou um vestido especial à espera de serem estreados quando apetecer. É gostar de ter malas e sapatos e botas... Sombras para os olhos de várias cores, acessórios para o cabelo, lenços, pulseiras, perfumes e outras coisitas mais. Coisas de gaja, vá. Ser gaja é assim, o que se há-de fazer?
Mas tudo isto para quê? Tudo isto para vos dizer que gosto de sapatos. Pronto! Gosto de sapatos e quero mostrar-vos os meus sapatos novos a estrear antes da primeira saída e antes de ficarem cheios de pó e de lama. Ai que são tão lindos que até tenho pena de os usar.
Sou uma peneirenta, eu sei, mas o meu maridão estraga-me com mimos...
Os anteriores pedalaram cerca de 5.000 kms, vou guardá-los e usá-los ainda muitas vezes. São brancos mas já estiveram pretos por diversas vezes, foram lavados na máquina de tão sujos, foram trincados pelo cão, andaram ao frio e ao calor, foram a locais maravilhosos, subiram paredes e desceram trilhos incríveis, andaram por montanhas, por vales, por riachos, na areia da praia, na pedra e percorreram estradões sem fim. Foram comigo a Santiago de Compostela, a Portalegre, a Idanha, a Vale de Cambra, ao castelo de Óbidos, eu sei lá.... Espero que estes me levem ainda mais longe.
quarta-feira, 8 de abril de 2015
A mala
Todos os dias me levanto dez minutos após o toque do despertador. Nesses dez minutos faço montes de coisas, aliás, não faço nada, por vezes adormeço até, mas aqueles dez minutos de ronrom são sagrados.
Normalmente espreguiço-me, alongo os olhos, procuro o fresco da cama com os pés, tento perceber se está frio ou se está calor, se chove ou se os passaritos chilreiam, sinal que está sol.
Percorro mentalmente o roupeiro à procura da roupa perfeita para aquele dia, percorro cada cabide, cada prateleira, abro cada gaveta. Escolho o cinto, a écharpe e os sapatos, decido qual o agasalho e se mudo ou não de mala. Ah, a mala! Isso das malas...
Nunca há uma mala de gaja perfeita, aquela que faz pendant com a cor dos sapatos daquele dia, aquela que tem o tamanho certo, as divisórias certas, aquela onde se consegue colocar e encontrar toda uma parafernália de coisas tão úteis a uma gaja.
Um corta unhas, uma pinça, um espelho, dois pares de óculos, pensos higiénicos, pensos rápidos tampões, carregadores, telefones, esferográficas, fio dental, onde está quando é preciso, onde?? o moleskine, lenços, pente, pastilhas, talões de compras amarrotados, post its, chaves do carro. Mas onde se enfiam o raio das chaves, onde?? Um amuleto, uma pen, elásticos para o cabelo, dezenas de cartões, porta moedas, documentos, fotografias, a caneta do tablet, o próprio do tablet, cigarros, isqueiros, os que não funcionam e os outros, um ou dois clips já ferrugentos, dez pacotes de açúcar que nunca ponho no café e guardo, para quê não sei, listas de compras antigas, três batons de cores diferentes, mais dois para o cieiro, mais....
Socorro!!
Mas porque é que as gajas haviam de inventar isto das malas, porquê? É que só de trolley com rodas...
Vou-me deitar, estou cansada!
domingo, 1 de março de 2015
Das duas uma
Está decidido, para a próxima ou rapo o cabelo ou apareço em casa de carapinha!
Uma gaja aproveita que está a chover e não vai pedalar e passa três loooongas horas e meia no cabeleireiro onde anda para ir há meses. Vem de lá com pentes e escovas e tintas e pratas que chegam para 3 anos mas ainda assim, chega a casa toda contente e a sentir-se gira com as suas novas madeixas nos 10 longos cabelos que ainda lhe restam e ninguém diz nada???
Uma gaja sofre muito...
Uma gaja aproveita que está a chover e não vai pedalar e passa três loooongas horas e meia no cabeleireiro onde anda para ir há meses. Vem de lá com pentes e escovas e tintas e pratas que chegam para 3 anos mas ainda assim, chega a casa toda contente e a sentir-se gira com as suas novas madeixas nos 10 longos cabelos que ainda lhe restam e ninguém diz nada???
Uma gaja sofre muito...
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
Um vazio cá dentro
Entendo, sei o que é, ultrapassei...
Sei que a maioria de vós ainda não tem filhos ou tem filhos pequenos e não tem tempo nem para se coçar quanto mais para pensar em si próprias de tanta solicitação familiar e profissional, tal como aconteceu comigo.
Mas há aquele momento nas nossas vidas, em que os filhos crescem e se tornam independentes e querem voar sozinhos com as asas que nós lhes demos. Depois surgem momentos em que realizamos que voltámos a ter tempo, tempo demais, o qual desaprendemos a utilizar em prole de nós próprias.
Aí, sentimos um enorme vazio, uma tristeza, sentimo-nos perdidas, sozinhas, pequenas, amedrontadas e abandonadas, sem saber o que fazer a esse tempo, especialmente quando todos em casa têm os seus hobbies e o seu tempo super ocupado.
Confesso, andei uns tempos um pouco aturdida e perdida ao verificar que me encontrava nessa situação, demorei muito mais tempo a aceitá-la e ainda mais a ultrapassá-la, depois decidi que algo tinha de fazer por mim para ultrapassar isso.
Não sou dona da verdade, muito menos devo dar conselhos, pois se dar conselhos fosse lucrativo, não se davam, vendiam-se. Apenas, no decorrer de um desabafo de uma amiga me lembrei como acabei por ultrapassar essa situação, partilhei com ela e já agora posso partilhar convosco.
Senti que tinha de voltar a dedicar-me de corpo e alma a algo, canalizar as minhas energias para outras coisas de forma a não prejudicar o vôo dos meus filhos e do maridão. Tentei voltar a dedicar-me à minha profissão, mas um conjunto de más opções que tomei em tempos, deitou por terra essa possibilidade, então decidi escolher uma coisa que gostava para me dedicar e tirei um curso de fotografia, foram 6 meses maravilhosos, apaixonei-me pela arte e dediquei-me, saía em grupos para fotografar, percorri lugares maravilhosos e vi-os através da minha objectiva. Voltei ao ginásio e fui a convenções de fitness. Criei um blog, conheci pessoas, conheci outras realidades. Voltei a não ter tempo. Por último descobri a bicicleta e o btt, deixei até de lado a fotografia, pois pedalar é o que mais prazer me dá e mais me preenche. Por ironia do destino, na altura maridão não podia jogar mais futebol e embora continue ligado a ele e isso lhe ocupe muito tempo, começou a andar de bike comigo e andamos quase sempre juntos, ficámos ainda mais unidos pois é um hobbie que partilhamos.
Bom, e se depois disto tudo ainda me estão a ler, quero apenas dizer-vos que tenho pena de os meus filhos não partilharem este modo de vida connosco, talvez ainda venham a fazê-lo, mas por agora não querem, mas eu já consigo deixá-los voar livremente. Voltei a ter pouco tempo para a casa e para outras coisas de gaja mas não me importo, tive entretanto uma oportunidade de me dedicar à profissão e faço-o, assim como tudo e só o que gosto de fazer.
Não mais me senti só, não mais tive tempo para sentir o vazio, não mais me senti perdida. Sou feliz!
Se isto servir para ajudar alguém, fico ainda mais feliz.
Sei que a maioria de vós ainda não tem filhos ou tem filhos pequenos e não tem tempo nem para se coçar quanto mais para pensar em si próprias de tanta solicitação familiar e profissional, tal como aconteceu comigo.
Mas há aquele momento nas nossas vidas, em que os filhos crescem e se tornam independentes e querem voar sozinhos com as asas que nós lhes demos. Depois surgem momentos em que realizamos que voltámos a ter tempo, tempo demais, o qual desaprendemos a utilizar em prole de nós próprias.
Aí, sentimos um enorme vazio, uma tristeza, sentimo-nos perdidas, sozinhas, pequenas, amedrontadas e abandonadas, sem saber o que fazer a esse tempo, especialmente quando todos em casa têm os seus hobbies e o seu tempo super ocupado.
Confesso, andei uns tempos um pouco aturdida e perdida ao verificar que me encontrava nessa situação, demorei muito mais tempo a aceitá-la e ainda mais a ultrapassá-la, depois decidi que algo tinha de fazer por mim para ultrapassar isso.
Não sou dona da verdade, muito menos devo dar conselhos, pois se dar conselhos fosse lucrativo, não se davam, vendiam-se. Apenas, no decorrer de um desabafo de uma amiga me lembrei como acabei por ultrapassar essa situação, partilhei com ela e já agora posso partilhar convosco.
Senti que tinha de voltar a dedicar-me de corpo e alma a algo, canalizar as minhas energias para outras coisas de forma a não prejudicar o vôo dos meus filhos e do maridão. Tentei voltar a dedicar-me à minha profissão, mas um conjunto de más opções que tomei em tempos, deitou por terra essa possibilidade, então decidi escolher uma coisa que gostava para me dedicar e tirei um curso de fotografia, foram 6 meses maravilhosos, apaixonei-me pela arte e dediquei-me, saía em grupos para fotografar, percorri lugares maravilhosos e vi-os através da minha objectiva. Voltei ao ginásio e fui a convenções de fitness. Criei um blog, conheci pessoas, conheci outras realidades. Voltei a não ter tempo. Por último descobri a bicicleta e o btt, deixei até de lado a fotografia, pois pedalar é o que mais prazer me dá e mais me preenche. Por ironia do destino, na altura maridão não podia jogar mais futebol e embora continue ligado a ele e isso lhe ocupe muito tempo, começou a andar de bike comigo e andamos quase sempre juntos, ficámos ainda mais unidos pois é um hobbie que partilhamos.
Bom, e se depois disto tudo ainda me estão a ler, quero apenas dizer-vos que tenho pena de os meus filhos não partilharem este modo de vida connosco, talvez ainda venham a fazê-lo, mas por agora não querem, mas eu já consigo deixá-los voar livremente. Voltei a ter pouco tempo para a casa e para outras coisas de gaja mas não me importo, tive entretanto uma oportunidade de me dedicar à profissão e faço-o, assim como tudo e só o que gosto de fazer.
Não mais me senti só, não mais tive tempo para sentir o vazio, não mais me senti perdida. Sou feliz!
Se isto servir para ajudar alguém, fico ainda mais feliz.
quarta-feira, 21 de maio de 2014
Diz que
Há vários sítios no corpo de uma mulher, alem das rugas, que são sempre de expressão, claro, disso ninguém tem dúvidas, que revelam a sua idade. Além de um descaimento das peles em geral, que a gravidade é lixada, diz que as manchas nas mãos, o pescoço e o músculo do adeus não nos deixam mentir. Sim, é este, o músculo do adeus filha-da-mãe...
Pois que ando a tratar do assunto a ver se este não me lixa quando eu estiver a dizer que tenho 30 anos, mas de tantos halteres, body pump e o diabo a sete para os braços, um dia destes ainda me confundem com o Hércules. Acho que vou mudar de desporto, vou mazé começar a levantar copos.
Pois que ando a tratar do assunto a ver se este não me lixa quando eu estiver a dizer que tenho 30 anos, mas de tantos halteres, body pump e o diabo a sete para os braços, um dia destes ainda me confundem com o Hércules. Acho que vou mudar de desporto, vou mazé começar a levantar copos.
sábado, 5 de abril de 2014
Pensamento estraga F***
A chuva pára e o nevoeiro dissipa-se. Yes!!
Nem me importou o facto de ter passado a manhã no cabeleireiro a fazer riscas no cabelo, eu e maridão, maridão e eu arrancamos de bike por aí todos contentes. Ele na minha roda, eu na roda dele, a curtirmos as pedaladas e a música dos phones nas orelhas, a olharmos a paisagem, felizes da vida portanto...
Eis que começa a soprar uma brisa, vento mesmo e o sol a espreitar que até dá um sorriso. Aflora-se-me então um filha-da-mãe de um pensamento que não mais me largou: "E não puseste a roupa a secar", "e não puseste a roupa a secar", "e não puseste a roupa a secar...." E foram 66 kms a pensar nesta merdunça. Quando finalmente cheguei a casa, lá estavam elas a olhar para mim, sim, 3 bacias e uma máquina cheias de roupa lavada e molhada a olhar para mim. Não fora a conta da luz ter um colapso e ía tudo para a máquina de secar, assim.. Oremos, senhoras, oremos, para que amanhã faça sol.
Pensamento estraga F *** pah!
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Então, mas verde é bom ou não é bom?
Verde. Eu até gosto de verde. Dizem que beber verde é bom e faz maravilhas ao organismo. Dizem que é fácil de fazer e que deve ser bebido ao pequeno-almoço. Uns dizem que é sumo outros que é batido, outros dizem que é sopa. Todos dizem que é detox. E eu, prontes, de tanto ler, de tantas fotos ver de cenas verdes, de tanta polémica saber, aguçou-se-me a curiosidade e pimba, tinha de experimentar.
Gente! Vá lá, não sejam mal dizentes que aquilo até que é bom. Se anti oxida, rejuvenesce, emagrece ou desintoxica eu não sei, pois encontro-me exactamente com a mesma idade, as mesmas rugas, de expressão é claro e a mesmíssima aparência de cota com a mania que é nova, o que eu sei é que não saio do wc...
Gente! Vá lá, não sejam mal dizentes que aquilo até que é bom. Se anti oxida, rejuvenesce, emagrece ou desintoxica eu não sei, pois encontro-me exactamente com a mesma idade, as mesmas rugas, de expressão é claro e a mesmíssima aparência de cota com a mania que é nova, o que eu sei é que não saio do wc...
Pois nem loira nem ruiva
Vai sair o mesmo que desde há 150 anos atrás a esta parte, castanho claro com madeixas ou nuances ou lá o que chamam a essas cenas do cabelo com riscas loiras... Obrigada pelas dicas.
sábado, 26 de outubro de 2013
A pata na poça...
Uma Gaja quer ser fashion e seguir as modas, pois está claro!
Diz que o que está na moda é poupar uns € e fazer coloração em casa com aquela cena que dizem ser super fácil, uma espuma e que além disso, nunca falha. Dizem!!
Gaja Maria andava aqui a maturar....
Tenho cabelo castanho muito claro e com madeixas agora um pouco russas por causa do verão e mesmo a precisar de retocar o look. Pensei, pensei e lembrei-me da 8ª maravilha deste mundo, a dita cuja espuma! Além do mais passaria também eu a ser super fashion e económica como as minhas amigas.
Hoje acordei e pensei, é hoje! Fui ao supermercado e comprei a dita coloração em espuma mal esperando que chegasse a hora...
Dizia a caixa que ficava assim:
Diz que o que está na moda é poupar uns € e fazer coloração em casa com aquela cena que dizem ser super fácil, uma espuma e que além disso, nunca falha. Dizem!!
Gaja Maria andava aqui a maturar....
Tenho cabelo castanho muito claro e com madeixas agora um pouco russas por causa do verão e mesmo a precisar de retocar o look. Pensei, pensei e lembrei-me da 8ª maravilha deste mundo, a dita cuja espuma! Além do mais passaria também eu a ser super fashion e económica como as minhas amigas.
Hoje acordei e pensei, é hoje! Fui ao supermercado e comprei a dita coloração em espuma mal esperando que chegasse a hora...
Dizia a caixa que ficava assim:
Chega uma Gaja de pedalar toda a tarde, esfalfadinha da Silva e vai sair à noite, pega na espuma, aplica, espera, lava, seca e.... Voilá!
Saiu esta bela merdunça castanha escura quase preta.... Buahhhh! Buahhhh! E outra vez Buahhh!
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Caramba pá!
Agora que também eu me tornei uma
“féchionista”
Agora que também fui às compras e
tenho uma coisita nova para mostrar sem ser apetrechos de Btt
Agora que também eu ía postar um
“outefite” da nova estação, virou-se a fazer calor???
Caramba pá, uma gaja esforça-se
tanto para singrar neste mundo social e blogosférico e depois trocam-lhe as
voltas…
| Era isto! Até a minha Maria gostou... |
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Perfumes genéricos
Descobri-os numa viagem à
Turquia, por 10 € cada frasco! Trouxe apenas 1 para mim e outro para maridão
não sabendo o que iria encontrar dentro do frasco, se água de lavar os pés, se
água de rosas feita na pia da cozinha… Bom, fiquei de tal forma fã, que são exactamente
iguais aos originais, não evaporam e o cheiro mantém-se ao longo do dia, que
mandei logo vir nova remessa através de uns amigos que lá foram.
Mas agora acabaram-se! E não tenho
mais amigos a viajar para Istanbul.
Decidi entretanto fazer uma
experiência, que a malta gosta de um cheirinho, mas os perfumes custam uma
fortuna.
Uma página no Facebook, fui ao respectivo
site, fiz a encomenda online, efectuei o pagamento no Multibanco e fiquei à
espera. Um pouco desconfiada é certo, mas o prejuízo nunca seria muito grande.
8.5 € cada perfume + 3.50€ de portes…
Passam-se 3 ou 4 dias… ninguém
confirma envio e segue um e-mail a perguntar se já foi enviada a encomenda ao
que a resposta diz que estão atrasados nos envios e que a minha encomenda será
enviada logo que possível. Mau, Mau Maria… Passam mais uns dias e nada seguindo-se
novo e-mail que além de perguntar pela encomenda, deixa bem claro que já duvido
que alguma vez a receba. A resposta dizia que a mesma seria enviada no dia
seguinte, 10/09. Ok, fiquei à espera…
Dia 12 os perfumes chegaram pelo
correio! Posso dizer que o cheiro é exactamente igual, os frascos são todos
iguais e as caixas têm nomes parecidos aos originais. Para já a pequena
esguichadela que coloquei para testar, ao fim de umas 4 horas já era pouco
perceptível.
Pois que a mim não me choca nada comprar
arroz, massa e afins de marca branca ou alguma roupa da Zara, Mango ou Bershka,
tomar medicamentos genéricos, porque há-de chocar-me usar perfumes de marca
branca, desde que fieis aos originais e por um terço ou menos do preço dos
originais, mesmo que tenha de o pôr algumas vezes ao dia??
Já experimentaram?
quinta-feira, 27 de junho de 2013
O sacana do inventor do biquíni!
Não fora eu uma gaja culta e
conhecedora da verdadeira história do biquíni, teria de amaldiçoar com muita
força o “Gajo” (sim, só podia ter sido um Gajo) que inventou tal coisa, como "O Biquini", 3
pequenos pedaços de pano para tapar as miudezas…
Então e quando as miudezas não
são assim tão miudezas?
Então e os papos e as bóias que teimam
em sair dos 3 pedaços de pano?
E a celulite e as cicatrizes e as
peles flácidas e abanejantes? E…
E porque é que quando se brinca
com os putos pela praia, as miudezas teimam em não querer saber dos 3 pedaços de pano?
E porque é que a moda decidiu
encurtar cada vez mais os pedaços de pano?
E porque é que alguns panos, depois
de molhados, se tornam transparentes? E…
E porque é que tão pequenos
pedaços de pano são tão caros?
O raio do Gajo não podia ter inventado
um fato de macaco de nylon, não??
Xiça!
quarta-feira, 19 de junho de 2013
"Poupadinhos e com vales"
Vi uma reportagem na SIC onde uma mulher era de tal forma organizada e poupada que juntava e utilizava vales de compras de forma a conseguir créditos na maioria dos produtos e perfazer um gasto total mensal de supermercado de, no máximo 90€ para uma família de 3 pessoas.
Ora, tendo eu uma família de 4 e alguns animais e gastando eu praí mais umas 5 vezes do que esse valor, pensei: "Ora aí está uma cena porreira..."
Fiz-me seguidora da página de Facebook da dita senhora e comecei a seguir as dias.
A ideia era obter o maior nº de vales, através de revistas e registos nos sites das marcas, aderir a cartões de tudo quanto é supermercado, estudar intensivamente tudo quanto é folheto de promoções, fazer ficheiros Excel com formulas e filtros onde tudo é registado e depois conjugar os vales. Na hora de ir às compras, ver quais os supermercados que deveria percorrer e quais os produtos que deveria comprar em cada um deles.
Minhas queridas, eu tentei! Juro que tentei, uma semana apenas, mas tentei...
O meu dinheirinho é precioso, mas o meu tempo e a minha qualidade de vida também e, decididamente, passar horas a estudar folhetos, juntar vales, fazer ficheiros e percorrer supermercados, não é de todo aquilo que eu quero para mim.
Obviamente, quando for às compras vou estar atenta aos vales e promoções do sítio onde for às compras, mas tudo quanto é obsessivo é demais para mim...
Migas, quem quiser dar uma vista de olhos: Poupadinhos-e-com-vales
terça-feira, 11 de junho de 2013
Ainda o rimel à prova de água
Ora bem, lembram-se deste post? Para começar, decidi-me pela sugestão da Luarte e comprei o óleo de amêndoas doces e a água de rosas. O óleo não remove na totalidade o rímel à prova de água, mas retira a maior parte sim. É um pouco gorduroso mas embebendo a água de rosas num algodão e passando de seguida, a gordura é retirada e a pele fica um espectáculo de fresca, limpa e cheirosa. Funciona como um tónico e estive a ler que ao fim de algum tempo usando vai clareando a pele, o que é bom para mim que tenho sardas. Obrigada Luarte.
Mas, e porque há sempre um mas, acabei por ficar fã do rimel à prova de água. Senão, vejamos, vou do trabalho para o ginásio e nem sempre tenho tempo de retirar a maquilhagem, o que ao longo das aulas (principalmente de spinning) e com o suor a escorrer pela cara me vai transformando num pequeno monstro de Loch Ness de quem todos fogem a correr com cara de susto...
E não é que o novo rimel é maravilhoso?? Não esborrata nem um pouco e eu que se não o utilizar parece que não tenho pestanas pois são claras, posso continuar com o meu olhar pestanudo até no ginásio.
Gajas! É o que é!
Talvez volte então a comprar o mesmo quando este acabar e também o tal desmaquilhante bifásico próprio. Há imensas marcas e preços nas perfumarias e farmácias e até nos hipermercados a preços acessíveis que já andei a cuscar.
E é isto.
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Nós, as Gajas!
Aos 15 anos estamos cheias de inseguranças, de medos, confusas e insatisfeitas. Gostaríamos de ter 20 e aquele ar de mulher cheia de auto-confiança e segurança e lutamos para ser tratadas como adultas. Sonhamos. Um dia queremos ser professoras, advogadas médicas, modelos, hospedeiras, escritoras.
Um dia...
Depois as nossas vidas começam a tomar rumos, uns que nos preenchem, outros que nem por isso. Vêm as borboletas no estômago, os amores, os desamores, as noites, os dias, as lágrimas, os sorrisos, as decisões para a vida. Continuamos com medos, com inseguranças, com sonhos, mas também com certezas, com atitudes e com muita vontade de crescer.
Vêm os grandes momentos. Vem o primeiro beijo, o primeiro namoro, a primeira vez que vivemos sem os pais, vem a bênção das pastas, vem o primeiro emprego, vem a nossa independência e o momento em que o nosso coração cai aos pés de alguém. Vem a casa dos nossos sonhos. Vem aquele pequeno ser que criámos dentro de nós e o nosso pequeno coração transborda de alegria e de felicidade. Mas também vêm problemas, contrariedades, lutas diárias e muitas lágrimas. Um dia vem o desespero de não conseguir realizar o sonho de ser mãe, vem o fim de um casamento, vem a frustração no emprego. Durante anos, limpamos, cuidamos, trabalhamos, amamos, choramos e sorrimos. Somos mulheres, profissionais, esposas, filhas, mães e tudo o que esperam de nós. Continuamos a rir e a chorar e sobretudo a sonhar.
Um dia vemos a primeira ruga no nosso rosto e o nosso peito descaído, doí-nos as costas e a barriga está flácida Compramos um anti-rugas e um Wonderbra, voltamos ao ginásio e sonhamos com uma cirurgia estética. Queremos voltar a ter borboletas no estômago, queremos adrenalina e queremos voltar a ter 20 anos. Um dia, pensamos que o tempo vai passando e que nos esquecemos de nós, e que a vida nos tem passado ao lado e que está na hora de mudar de atitude. Queremos que o tempo páre, mas o tempo não pára. Aí começamos a não fazer fretes e a dedicarmo-nos apenas às pessoas que valem a pena e a seleccionar muito bem o que queremos para nós. Aprendemos a apreciar pequenas coisas e a dar prioridade a outras diferentes. Entretanto tornámo-nos mais tranquilas, mais sábias, mais confiantes e conseguimos contornar muitas das contrariedades que nos aparecem sem nós contarmos com elas. Muitas vezes fazemos coisas que gostamos e que nos dão prazer e outras não. E continuamos a sorrir, a chorar e a sonhar, sempre.
Um dia vemos a primeira ruga no nosso rosto e o nosso peito descaído, doí-nos as costas e a barriga está flácida Compramos um anti-rugas e um Wonderbra, voltamos ao ginásio e sonhamos com uma cirurgia estética. Queremos voltar a ter borboletas no estômago, queremos adrenalina e queremos voltar a ter 20 anos. Um dia, pensamos que o tempo vai passando e que nos esquecemos de nós, e que a vida nos tem passado ao lado e que está na hora de mudar de atitude. Queremos que o tempo páre, mas o tempo não pára. Aí começamos a não fazer fretes e a dedicarmo-nos apenas às pessoas que valem a pena e a seleccionar muito bem o que queremos para nós. Aprendemos a apreciar pequenas coisas e a dar prioridade a outras diferentes. Entretanto tornámo-nos mais tranquilas, mais sábias, mais confiantes e conseguimos contornar muitas das contrariedades que nos aparecem sem nós contarmos com elas. Muitas vezes fazemos coisas que gostamos e que nos dão prazer e outras não. E continuamos a sorrir, a chorar e a sonhar, sempre.
Estas somos nós, as gajas, no geral. Umas gordas, outras magras, umas felizes, outras nem por isso, um dia estamos tristes e no outro sentimos uma alegria imensa. Um dia sentimo-nos lindas e confiantes, no outro só queremos morrer. E morremos muitas vezes. E renascemos outras tantas.Sofremos as nossas dores, as dos nossos filhos, as dos nossos pais e ainda as dos nossos amigos. Somos felizes com a felicidade deles. E continuamos a esquecer-nos de nós muitas vezes. E lutamos e choramos e sorrimos, todos os dias.
Assim somos nós, as gajas....
terça-feira, 30 de abril de 2013
Mas onde está a minha costela de Gaja??
Tenho sido fiel à minha condição, a de
gaja que até tem uma costela de consumista no que toca a coisas da moda e
afins. Gosto, porque gosto e até os olhos se me riem de entrar numa loja e dar
aso às vistas e à carteira. Gosto de me pavonear pelo shopping cheia de sacos,
gosto de chegar a casa e espalhar tudo em cima da cama e voltar a vestir e
imaginar-me linda e maravilhosa com aquelas coisas novas. Gosto de cortar etiquetas,
gosto do cheiro a novo. Gosto de saber que tenho algo para estrear dentro da
gaveta, mesmo que não lhe toque durante 3 semanas. Gajas…o que dizer?
Mas o raio da palavra crise
entranhou-se de tal forma na minha mente, assim como na carteira, claro, que a
minha costela de gaja reduziu-se à sua insignificância e resolveu por ora, aposentar-se.
Já nem me lembro da última vez
que fui às compras. É grave.
Tenho um vale de 60€ de uma loja
toda XPTO para gastar desde o meu aniversário (Janeiro)… sem lhe tocar. Ainda mais grave.
Mas mais grave ainda é que os
sites de compras online que tenho visitado recentemente são estes:
Mas onde pára a minha costela de
gaja, ein?
Será caso para me preocupar? Deverei escrever para a revista Maria???
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