terça-feira, 8 de janeiro de 2019
Mais um caixote
terça-feira, 25 de abril de 2017
Noventa e seis horas
segunda-feira, 26 de dezembro de 2016
Ressaca Natalícia
terça-feira, 8 de novembro de 2016
terça-feira, 25 de outubro de 2016
A caravana das medições
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Que aflição
Até logo então.
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
Procuro
domingo, 25 de setembro de 2016
Reconciliação
domingo, 11 de setembro de 2016
O meu coração
terça-feira, 21 de junho de 2016
Destralhei a minha vida
Juntei as revoltas e as desilusões, as injustiças e as tristezas e deitei tudo num baú. Coloquei lá as pessoas tóxicas, os dias maus e tudo o que me desagrada. Livrei-me de algumas palavras e outras tantas ações. Livrei-me de alguns pensamentos. Fechei e deitei fora a chave.
Deixei bem ao meu lado o azul do céu, as ondas do mar, o sol e a brisa da manhã. Deixei as minhas pessoas, as coisas que gosto de fazer e muitos sorrisos. Deixei a vontade de lutar e apoiar e concretizar. Deixei o amor , a amizade e o carinho. Guardei bem juntinho a mim o perdão e a paciência. Fiquei com o cheiro a flores , os sonhos e a força de vontade.
Destralhei a minha vida, sinto-me muito mais leve e feliz.
quinta-feira, 16 de junho de 2016
Efeitos colaterais
sexta-feira, 3 de junho de 2016
Cucu
Dias de Primavera e calor são dias que me trazem insonias e desvarios, vontades de ar e de luz, vontades de rua. São dias que me trazem vida ao ar livre, desorganização e confusão até a rotina dos dias de sol se voltar a instalar. Estes dias são dias de abrir janelas para o mundo, de descobrir a pele e arejar o mofo. São dias de lavar a alma, dias de estar alerta às cinco da manhã para não perder pitada da sinfonia dos pardais.
Estes dias são também dias de muito trabalho e muito cansaço. Dias de planear, dias de realizar.
Mas eu ando aí. ...
Cucu!
segunda-feira, 11 de abril de 2016
Quem me viu e quem me vê
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
Filha da puta de sorte
Já lá vão dois dias e a coisa não se dá em pleno. Meneio a cabeça para cima, para baixo e para os lados e tudo vai ficando estranho ao movimento. Parece que vejo mutantes. Aumentam, diminuem, ficam desfocados, enevoados. Não há meio de encontrar a posição certa para ver bem o que quero. Já consigo ler ao longe e ao perto, avé, mas encontrar a posição certa da cabeça para ver simplesmente em frente o ecran do PC por exemplo, é dos desafios mais difíceis dos últimos tempos, já alterei a sua posição vezes sem conta. Nada.
As limitações são tramadas e não vejo hora de finalmente me adaptar, se é que vou conseguir. É que já tenho dúvidas. Além disso, já é por demais visível e tenho mesmo de assumir, sou uma cota de óculos progressivos.....
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
O melhor de nós
terça-feira, 18 de agosto de 2015
A cobra
Conseguem vê-los lá em baixo na ponte?
E agora, mais perto, já vêm? Pois...
Eu disse-lhes que partia um pouco mais acima para lhes tirar fotos a subir e depois acompanhava-os, mas não, assim não valia disseram eles, tinha de partir lá de baixo... Aí fui eu... Dasse!
E ponham "Dasse" nisso, que ela era inclinada e comprida como um raio, em calçada romana e com alguns buracos. Até eu fiquei surpreendida, que por vezes menosprezo as minhas capacidades, mas consegui mesmo subir o caraças da cobra sem desmontar e sem parar. Claro que cheguei lá acima sem vontade de tirar fotos, o coração a querer saltar pela boca e as pernas tremiam-me tanto que tive de parar um pouco para descansar e beber toda a água que levava comigo. Se me tapassem a boca finava-me ali mesmo.
Mas tenho de confessar, não me cabe uma palha no cu. Eu e a minha máquina nova somamos e seguimos.
(Desculpem-me o superego, isto passa. Há momentos em que pequenas vitórias nos sabem como pão para a boca...este, por coisas cá minhas, foi um deles)
quinta-feira, 16 de julho de 2015
Aqui
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
Nunca percas o sorriso
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Os pais dos filhos
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
Não sou! Sou?
Já quis já quis desaparecer, já quis morrer.
Já quis viver, já quis respirar, já quis sentir..
Já quis aprender línguas e correr mundo, já quis ter asas e voar, já quis ter um coração do tamanho do mundo e conter em mim todas as pessoas, todos os animais, todas as árvores.
Já quis amar.
Já quis ser má e já quis ser boa.
Já quis ser a melhor na minha profissão, já quis ser a melhor mãe e a melhor filha.
Já quis ser a melhor irmã, a melhor amiga, a melhor esposa, a melhor...
Por vezes sou a pior.
Por vezes não sou nada nem ninguém, ou sou?
Sou!
Sou tudo isto e algo mais, muito mais. Sou uma pessoa. Uma pessoa como tantas outras, cheia da nada e cheia de tudo. Sou eu!
E és tu, e tu e ainda tu. Pessoas... Somos pessoas.




