quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

E calibrar bananas, não?

Agora é que foi! E não venham cá com merdas, cortei relações com o facebook e mais nada! Então não é que o gajo todos os dias me sugere cortes de cabelo para mulheres com mais de cinquenta anos???? Desde quando é que uma mulher deve usar um determinado tipo de cabelo em função da idade que tem? Eu cá uso os meus três pelos da forma que achar melhor e ninguém tem nada a ver com isso. Quer dizer, uma gaja vai na rua e as pessoas olham e pensam "olha, aquela tem mais de cinquenta anos, usa o cabelo assim" ou então "olha, aquela tem a mania, a usar um penteado de quem tem vinte anos eheheh".
Sou de acordo que se saiba estar, que se seja sensato, que não se faça passar por quem não se é com conta peso e medida, mas.... Cortes de cabelo para mulheres de  cinquenta?

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Sobreviventes

Sobrevivemos à eleição do Trump, sobrevivemos ao weinstein, sobrevivemos a sweat da H&M, aos incêndios, ao sismo.....
Havemos de sobreviver à Super Nanny ou lá o que é!

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

De certezinha

Se me dissessem há uns anos que um dia eu iria apreciar uma tarde inteira de domingo, colada ao sofá em frente à lareira, quentinha, quentinha, ora pasmada a olhar as chamas, ora a fazer festinhas aos gatos, ora a ver filmes e séries sem me mexer, eu iria gargalhar alto e bom som que era como quem diz "credo, nem morta!"
Pois devo ter morrido ...

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Expressão?

Às vezes parece que falo Chinês pois o que digo nem sempre é aquilo que os outros ouvem. Na dúvida, é estar calada. Ou encolher os ombros e estar calada. Ou sorrir e estar calada. Ou então chorar, espernear, olhar de vinte formas possíveis, mas não esquecer, estar calada! O chinês é de facto difícil de entender...

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

E foi assim

Um ano nunca é só mau ou só bom. Um ano traz-nos coisas boas e coisas más e o que interessa é que entre o que nos traz de bom e de mau, o saldo seja sempre positivo.
Ao som do Ed sheeran folheei  o meu caderno de 2017 e detive-me na página dos objetivos. A lista não era grande, tinha apenas quatro ou cinco items sendo que o primeiro era ser feliz e o último era deixar de fumar. Dois dos items do meio não foram conseguidos, transitaram para 2018 e ainda que continuem a ser difíceis de atingir, a ideia é continuar a tentar. Do último que era deixar de fumar aos cinquenta anos tenho a dizer que foi um sucesso. Apesar de não fumar mais do que três ou quatro cigarros por dia, eram demais. Estou agora em paz com este assunto. Do item principal, em esmioçando, teria muito para dizer, o ano começou mal, cheio de contratempos, muitas contrariedades, questões de difícil resolução, alegrias aqui e ali, mais contratempos, depois tudo se foi compondo e tudo descambou de novo e de novo tudo se compôs e por aí fora, caindo e levantando-me logo a seguir. Tentando não esmorecer, inventando novos alentos, arranjando motivações e fazendo por fazer acontecerem coisas boas, o que gosto e o que quero. Nunca a tristeza levou a melhor durante muito tempo. Tenho ainda de falar do outro item do meio do qual fizeram parte vários desafios pessoais. Do que me propus e do que dependeu de mim, todos foram superados que eu sou de ir ao fim do mundo para isso. É difícil eu desistir de um desafio.
Por fim tenho de vos dizer que os anos nunca são fáceis nem difíceis, são trezentos e sessenta e cinco dias nunca iguais uns aos outros e, na maioria, são o que fazemos deles.
Posto isto, o Ed Sheeran lá ia cantando o "Perfect", mas de perfect eu não tenho nada, o que tenho é um balanço positivo e uma enorme vontade de fazer de 2018, mais um ano, que entre o deve e o haver, há-de ter um resultado liquido bastante favorável à minha pessoa. 
Fechei o caderno e fiz-me à vida.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Por cá

Hoje a minha "apneia" transportou-me de novo para a rua, mesmo em frente aos meus olhos. Chove. As árvores bailam freneticamente, embaladas talvez por uma qualquer melodia rápida e nervosa. Deve estar frio, mas eu sinto-me bem cá dentro. Não está aqui sol (ainda) e existem alguns focos de incêndio, uns a serem apagados, outros nem por isso, mas apesar de tudo e da aura iluminada de uma enxaqueca pairar mesmo por cima dos meus olhos, sinto-me bem. Estou quentinha.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

O tal mês

Este mês é o tal mês.
Aquele que me faz pensar e repensar, o que me mete nervos, o que me deprime.
Este mês é aquele em que vou passar do meio século para a frente quando continuo a não saber bem quem sou. Agradeço. Agradeço a vida, agradeço a alegria, agradeço a felicidade.
No entanto, sei que já tenho idade para ter juízo, mas todos os anos é a mesma coisa e cada vez pior, não há meio de assentar e aceitar de uma vez a idade que tenho. Ora acho que ainda estou aqui para as curvas e meto-me em desafios físicos malucos ora sinto que não tenho energia nem idade para fazer certas coisas. Ora vou até ao ginásio e faço duas aulas seguidas e não, não é pilates e ioga, é body combat e cycling, ou body pump e Hiit, ora tenho medo que me achem ridícula. Olho para mim e vejo-me nova, sinto-me nova, quero fazer o que as novas fazem. Depois olho as outras pessoas da minha idade e penso que o meu espelho me anda a enganar. Eu não sou nova!
Tanto projeto, tanto plano e eu que já não sou nova...
Há pois... masé que as minhas vitaminas já chegaram, vocês vão ver. Ó se vão.