quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

As nossas pessoas

Das coisas que podemos escolher são os amigos, os verdadeiros, os do coração, com os quais temos empatia, cumplicidade, amizade sincera, preocupação e confiança. Já no que toca a família, não os podemos escolher. Aos colegas de trabalho também não. Temos os que nos calham na rifa e pronto. Há no entanto uma pequena/grande diferença. O que sentimos pela família é incondicional e independentemente de serem boas ou más pessoas, com bom ou mau feitio, são muitas as vezes que perdoamos e ultrapassamos ações e palavras que nos magoam e atingem deixando-nos de coração a sangrar, mas também são os que estão lá sempre quando necessitamos, desinteressadamente. Já os colegas de trabalho, muitos são os que ao longo das nossas vidas se cruzam connosco. De uns gostamos, de outros nem por isso, mas dita a conduta profissional que levemos a bom porto o barco que é trabalharmos com pessoas tão diferentes de nós e com opiniões e objectivos por vezes tão opostosUma coisa é certa, apesar de alguns não passarem de relações frias  e de circunstância, alguns podem até tornar-se nossos amigos, ajudar-nos, partilhar connosco sabedoria e até algumas alegrias e de todos eles podemos tirar ensinamentos. Infelizmente não acontece com todos, aliás, se acontecer é com muito poucos. E mais, sobreviver a todo o tipo de gente que nos é imposta durante anos, sem quezílias, é coisa para super heróis.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Lá teve de ser

Não tenho nada contra os médicos mas fujo deles a sete pés. Não são só as horas que se perdem nessas andanças, que até nem foi o caso, os euros que é preciso investir, mas também o medo de descobrir alguma coisa cabeluda que me atormente o resto dos meus dias. Como estou a ficar entradota e a entrar na fase condor "com dor" e não me sentindo assim tão bem nos últimos tempos, lá tive de ir pedir um "ketchup" à médica de família. Bom, com a quantidade de exames com que saí de lá para fazer e com um pouco de sorte, se passar a todos, daqui por dois meses terei mais um mestrado.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Então e como é que estamos ao nível do começo da semana?

Como se não tivesse já muitas coisas com que me ocupar, resolvi meter-me numa formação de espanhol pós laboral. Adoro línguas, adoro aprender e espanhol não foi ainda uma língua que tivesse aprendido à séria. Foi agora e apesar de ser a mais velha do grupo e ter chegado a casa a horas impróprias para uma mãe de família com milhares de coisas para fazer não estou nada arrependia. Já me tinha esquecido como é bom e divertido aprender línguas.
Tenho então de partilhar convosco um filme que passou durante a aula super divertido:



domingo, 18 de janeiro de 2015

É assim desde os primórdios

Os grandes comem os pequenos...


E não venham aqui chamar-me nomes porque comi um passarinho bebé, a menos que sejam vegetarianos. Eu matar não mato nada é que nem sequer aranhas, lagartixas ou ratos, muito menos outros animais. Eu até sou contra os caçadores, coitadinhos dos bichos a correr livremente nos campos e depois vêm esses gajos armados até aos dentes e pimba. Já comê-los são outros 500 que tudo o que se come já foi (ou é) um ser vivo. E depois come-se tudo quanto é bebé, ou leitão, vitela, cabrito e frango não são animais bebés? Ui, agora que li o que escrevi até me arrepiei e já fui ficando com remorsos....pronto, estou a ficar indisposta!

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Eu tinha dois neurónios

Maravilhosos aqueles dois neurónios, riquezas de sua dona. Um era lindo e loiro mas burro que nem uma porta, o outro nada devia à beleza porém inteligente que só ele e, ambos os dois, bem juntinhos, entendiam-se que era uma maravilha. Aquilo a trabalhar em equipa ó lá, lá, não havia muitos outros neurónios tão diferentes um do outro, capazes de levar a cabo tarefas como as daqueles. Quisera porém o destino, que numa noite tenebrosa de inverno, onde o frio e a chuva não davam tréguas, que ambos se tornassem loiros platinados e quem sabe até acabassem mortos à chapada...
Nessa noite sua dona teve uma epifania, a "epifania dos pelos de gato" quando deu com os olhos nas cortinas da sala impregnadas de pelagem gatal. Decidiu de imediato retirá-los e enfiá-los na sua máquina de lavar novinha em folha perguntando-se no entanto.... como secá-los com uma noite assim chuvosa?? Foi então que neurónio loiro e neurónio moreno se prontificaram a resolver a questão sugerindo a máquina de secar, essa 5ª maravilha da mulher moderna. Não que sua dona gostasse muito dela que não gosta e pouco a usa, gosta mesmo é de pôr a roupa ao sol, como lhe ensinou sua Mãezinha. Mas, e porque há sempre um mas, perante a insistência de neurónios amigos....

Eis o resultado: