terça-feira, 1 de novembro de 2016

Momentos

Os castanheiros imponentes ladeavam os caminhos formando muros que nos protegiam da queda para o abismo. Os ouriços prenhes de castanhas maduras atapetavam o chão. As folhas secas, douradas, castanhas, encarnadas, esvoaçavam à nossa passagem. O céu de um azul imenso era o nosso tecto, grandioso. O sol brilhante, espreitava por entre as folhagens e aquecia-nos os braços e as pernas. Um silêncio profundo, apaziguador enchia-nos de alegria e de esperança. O ar, tão puro e fresco penetrava os nossos pulmões e libertava os maus pensamentos. Éramos nós e aquela serra imensa. Momentos que nos ficam.


15 comentários:

  1. E pronto, uma ciclista poeta, é o que temos e, esperamos ter por muitos e bons anos

    Bom dia Gajinha :=))

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  2. R: Já lá fui por esta altura e de facto as cores...maravilhosas!

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  3. O outono vale só pelas cores. Do resto, não se aproveita mais nada. lol

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  4. Esses passeios enchem nos a alma GM. Também gosto :)
    Beijinhos

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  5. Querida Gajamiga

    Fotos excelentes; texto magnífico; castanhas adoro; serra um espanto; poesia assim, assim; bicicleta NUNCA e peso 119,8 quilitos...

    Qjs do Henrique, o Leãozão

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  6. DROGADO JOVEM OU JOVEM DROGADO
    Acabo de publicar na NOSSA TRAVESSA um novo textículo de minha autoria que tem como título DROGADO JOVEM OU JOVEM DROGADO que se passa num RESTAURANTE-BAR (tasco) no qual retomo a linha neorrealista que tantas/os leitoras/es apreciam. Oxalá o mesmo se passe com este. Nela, e como lhe compete, o vernáculo reina, sem pejo, nem falsos pudores.

    Henrique, o Leãozão



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  7. A união com a Terra apazigua-nos :)

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  8. A união com a Terra apazigua-nos :)

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  9. Tão bom ter esses momentos! Tão bom sentirmos-nos em paz com o universo! Beijinhos Serena

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