E deste tempinho de merdunça aqui do Oeste sem ponta de sol é que as pessoas estão sogaditas paradas e quietas algures por outras paragens ou no vale dos lençóis e as estradas estão vazias. Não se vê vivalma à exceção claro, daqueles que como eu adoram o seu trabalho e não arredam pé.
Ai se me apanho de papo para o ar nem que seja num areal ao frio e à chuva.....
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quarta-feira, 11 de julho de 2018
Coisa boa mesmo boa das férias dos outros
quinta-feira, 17 de agosto de 2017
Quanto custam as férias?
As férias? As férias custam quilos.
Sim, quilos! Quilos de conchas e búzios colhidos, quilos de areia e sal no corpo, quilos de sol a dourar a pele, quilos de nadismo, jolas e vinho no bucho a olhar as estrelas. Quilos. Quilos de comida que se saboreia em mais de quinze minutos, aliás, quilos de horas à mesa degustando sorrisos e gargalhadas, quilos de conversas ao luar, quilos de música que faz ondear o corpo e aquecer a voz, quilos de convívio e de festa, sem pressa, sem culpa, sem horas. Quilos! Quilos de roupa para lavar e engomar, quilos de depressão no último dia, quilos de pneus a quererem saltar da roupa....
segunda-feira, 7 de agosto de 2017
E prontus
O mundo gira e avança e se não fosse cá por coisas da minha vida profissional que me deixam a cabeça à roda e o corpinho em negação, tinha sido um regresso de férias tranquilo. Vá lá, o bronzeado, o cabelo amarelo do sol, o ar saudável, tranquilo e muito zen resistiram ao primeiro dia do regresso ao trabalho. Um dia destes há mais...
quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
Pedras no caminho
Manhã cedo não se via ainda vivalma. Vislumbrava-se apenas o branco dos cristais de geada pelos campos que o sol transformava em névoa e evaporava assim que lhes tocava com os seus raios de calor. Atravessámos os campos e determinados fizemo-nos à serra com o intuito de a atravessar e chegar às Salinas de Rio Maior. O céu estava limpo e deixava ver a imensidão à nossa volta. Quão pequena eu me sinto no meio da serra, mas quão grande eu me sinto cá por dentro ao embrenhar-me nela, nos seus caminhos, nas suas pedras, nos seus contornos. Não é fácil pedalar pela serra, muito menos chegar ao seu topo, talvez por isso eu acabe por me sentir grande quando lá chego. Muitas peripécias depois a viagem acabou seis quilómetros antes do destino com o meu pneu traseiro todo cortado das pedras da descida. Tive de desmontar e virei à esquerda, o resto do grupo seguiu em frente e eu acabei por me perder deles. Os telefones não tinham rede... Quando pararam para reunir o grupo deram pela minha falta e voltaram para trás, o eco da serra fez o resto para o reencontro e seguimos até à estrada. Chamada a assistência em viagem, vulgo, amigalhaça disponível, terminámos nas bifanas da Ti Cristina. Vamos ter de voltar às Salinas.
Mas mais do que o cansaço, mais do que as pernas moídas, mais do que os nervos por causa do pneu que não nos deixou terminar o desafio, a serra traz-me paz e reconciliação, a serra faz-me pensar mais claro e tomar decisões, a serra faz-me feliz, faz-me ser uma melhor pessoa. Pedalar faz-me feliz.
terça-feira, 29 de julho de 2014
Como os nossos filhos viram Marbella este ano
Fui de férias com outro casal que tem 2 filhas que com os nossos perfaziam 4 adolescentes.
Assim eles viram as coisas:
- Os carros e as casas de Marbella eram à "patrão abusado" enormes e maravilhosas com carrões à porta
- Havia muitos gajos "massudos" na Nikki Beach, com muita massa (muscular, claro) no peito e nos bícipes
- As miúdas inglesas eram todas umas "porquicholas" grandes, gordas e feias
- Havia bué de putos boiados pelas ruas, com bóias achava eu, mas não, andavam de botellon na mão e perdidos de bêbados, boiados portanto
- Por ali não se viram "carochos" nas ruas, os maridos das carochas, achava eu, afinal são aqueles drogados com mau aspecto
- Uma "Gay Summer Fest" era um ajuntamento de panisgas
- Onde não havia flores, o cheiro a esgotos era uma beca quifoso
As coisas que uma mãe aprende...
Assim eles viram as coisas:
- Os carros e as casas de Marbella eram à "patrão abusado" enormes e maravilhosas com carrões à porta
- Havia muitos gajos "massudos" na Nikki Beach, com muita massa (muscular, claro) no peito e nos bícipes
- As miúdas inglesas eram todas umas "porquicholas" grandes, gordas e feias
- Havia bué de putos boiados pelas ruas, com bóias achava eu, mas não, andavam de botellon na mão e perdidos de bêbados, boiados portanto
- Por ali não se viram "carochos" nas ruas, os maridos das carochas, achava eu, afinal são aqueles drogados com mau aspecto
- Uma "Gay Summer Fest" era um ajuntamento de panisgas
- Onde não havia flores, o cheiro a esgotos era uma beca quifoso
As coisas que uma mãe aprende...
segunda-feira, 28 de julho de 2014
Mamading
"Mamading" é a nova moda das Baleares
Nacional Publicado por Jornal de Notícias 06/07-2014 @ 00:08
Chama-se "mamading" e é a última moda nas Ilhas Baleares, o mesmo lugar onde nasceu o "balconing". Desta vez, não se trata de saltar para a piscina da varanda do hotel, mas de fazer sexo oral em discotecas em troco de bebidas grátis.
É certo que estive por terras espanholas mas não nas baleares. É certo que estive bastante atenta. É certo que eu cá não vi nem ouvi nada mas não sei....
domingo, 27 de julho de 2014
Impagáveis
Uma gaja adora viajar, passear, curtir e tudo e tudo, em suma, laurear a pevide por esse mundo fora, conhecer locais, pessoas, sabores, pôr o cu ao sol, beber uns canecos, fazer umas cenas diferentes e tudo o mais que o dinheiro e não só podem proporcionar, mas há coisas que são impagáveis e o regresso à nossa cama e à nossa almofada é uma delas...
A minha almofada, mais para o espalmada é certo e que nem é para apoiar a cabeça mas sim para pôr a mão lá por baixo e empurrá-la contra a cabeceira da cama coitadita, manias parvas, eu sei... Mas caraças, a minha almofada e a minha cama são únicas no mundo, reconheceria ambas de olhos fechados se as colocassem num qualquer local do caraças mais velho lá para os lados de Santa Coisa do Assobio.
Impagável ainda é acordar estremunhada no dia seguinte ao regresso às 8h da madrugada, doidinha para pegar na bike e ir fazer uns arranhões nos braços e nas pernas por esses pinhais fora. E eu que estava a ficar com uns braços e umas pernas bonitinhas, assim para o normal, sem crostas...
Outra coisa impagável ainda, é ao abrir o portão, depararmo-nos com dois gatos deitados de pernas para o ar à espera de festinhas sabendo de antemão que éramos nós. A parte dos tufos de pêlo por todo o lado é outra conversa, mas tadinhos dos meus bichanos, cheios de saudades.
Pois é há coisas impagáveis...
quarta-feira, 23 de julho de 2014
terça-feira, 15 de julho de 2014
A minha valise de carton!
Une petite valise, não de carton, mas das outras mais modernas claro, quiçá dos chineses que só duram uma viagem eu sei e chegam todas partidas, mas ainda assim uma valisezinha para as férias de 4 pessoas para uma semana inteira! Já alguém viu?? Pois é, eles, os meus 3 homens, ficam com metade da mala, têm direito a 4 t-shirts, 1 camisa, 2 bermudas e uns boxers para cada dia... não há cá pijamas, nem meias nem casacos que está muito calor. A outra metade da mala é para mim que sou gaja, certo? Depois temos o saco da praia com as toalhas, os protectores, uns calções para cada um e os meus 6 biquinis que eu sou gaja, ok? Levamos ainda um saco com calçado. Eles têm direito a uns chinelos e um outro calçado à escolha, eu tenho direito a 4 modelitos. É que eu sou gaja... Ah! Cada um leva ao seu necessaire que eu cá não quero os meus cremes a minha maquilhagem misturados com gel de barba e gillettes. É que eu sou gaja...
Et voilá! Eles demoram 5 minutos a fazer a mala, eu demoro 2 dias, mas pelo sim pelo não, o melhor mesmo é começar já hoje, não vá falhar alguma coisa...
quinta-feira, 2 de maio de 2013
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