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terça-feira, 9 de abril de 2019

Era uma vez, uma vez



REPOST


quarta-feira, 2 de novembro de 2016


Era uma vez um casal digamos médio. Médio porque não era novo nem velho, não era rico nem pobre, não era feio nem bonito, nem do Norte ou do Sul. Não era também o maior áz do pedal mas não de todo o conanas da pedalação. Era médio portanto mas muito determinado a pedalar Serra da Estrela a fora. 
O dito casal abancou em Manteigas num pequeno e bonito hotel familiar, de um requinte fantástico com uns anfitriões cinco estrelas.
No segundo dia o tal casal chega esbaforido da pedalada aos seus aposentos deparando-se com o aquecimento ligado e o calor a bombar que a serra à noite é muito fria. Abrem-se as janelas para correr o ar, toma-se a banhoca e fazem-se à vida. Após a pança compostinha de queijo da serra e um divinal estufado de javali, fizeram-se ao quartinho, fecharam as janelas e aquietaram-se.
Mas, e porque há sempre um mas nas histórias dos casais médios, começaram a ser sobrevoados por moscas, muitas moscas. Voos rasantes e até secantes, aterragens forçadas, levantamentos a alta velocidade, as moscas eram mais que as mães, pousavam nas mãos, no cabelo, no nariz, não paravam quietas e eram tantas mas tantas que o barulho das asas já estava a enervar. 
E foi assim o serão daquele casal médio na serra. A matar moscas.  Ao fim de uma hora jaziam mortas no chão vinte e oito moscas. Cinco não se deixaram caçar mas fizeram-se emboscadas para as empurrar para a casa de banho e esta foi trancada e calafetada não fossem  elas escapar-se pela greta da fechadura. Dormiram então exaustos de tanto caçar e não mais aquelas janelas se abriram. 
O ar da serra é maravilhoso.

sexta-feira, 1 de março de 2019

E assim se gasta meia vida

Fui de bicicleta à bênção dos ciclistas a Fátima. 
Em chegada lá, não coloquei a puta da  vela a arder porque a fila tinha mais de um quilómetro, não assisti à missa pois havia dezenas de ciclistas e não se ouvia nada. 
Fui almoçar uma sandocha de leitão, portanto.
Antes tivesse esperado e antes tivesse ficado. Ou nem sequer devesse ter ido. Sei lá eu. 
O que eu sei é que na volta vinha a descer um estradão a cento e duzentos à hora e aparece-me uma curva fechada que não consegui fazer. O instinto deu-me para travar. Mal feito! A roda da frente esbarrou e eu esbardalhei-me feio. 
Esfarrapei todo o lado direito nas pedras e fiquei aflita de um pé. Respirei fundo, bebi água, descansei, endireitei-me, ajeitei o orgulho ferido e mais o pé e aí vou eu. Doía-me horrores mas dava para pedalar. Pedalei mais vinte quilómetros até não poder mais pelo que foram levar-me a casa. 
De casa ao hospital, tornozelo partido, tíbia rachada perna acima. Rica coisa fui arranjar.
Cinco dias de internamento, cirurgia e três parafusos no pé depois, aqui estou eu... já em casa, perneta, de férias forçadas e cheia de mimo. Trabalhar e pedalar só daqui a uns meses...


terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Cuidado!


É tão fácil e rápido fazer compras online. Basta colocar o número do cartão de crédito, o nome e a validade e depois os três números de segurança que estão escarrapachados atrás.

Sou adepta desta modalidade de compras e até tenho bastante cuidado em não utilizar sites que não sejam fidedignos. A questão é que alguns até parecem, mas têm gente desonesta a manuseá-los. Isso e gente à espreita em tudo o que é canto nisto nas internetes e à espera de um deslize de alguém.

À Marta dali da zona das Antas, a duzentos quilómetros de onde eu habito, portanto, que fez compras no valor de duzentos e tal euros no continente online com o meu cartão, estimo bem que as cervejas e os peixes que mandou entregarem lá na casinha dela, lhe tenham dado uma enorme caganeira.

O dinheirinho já voltou para a minha conta, a ela não sei o que vai acontecer, mas a caganeira desejo-lha na mesma, ok?

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Quando te dás conta que não tomaste os comprimidos...

Estás a ter uma conversa séria no trabalho e sentes um leve arranhar no pescoço, mesmo junto ao gorgomilo. Mandas a mão ao local e dás com a etiqueta que devia estar atrás, mas não, está mesmo ali, à frente, com um pequeno chumaço e tudo..
Isto tem-me acontecido tanto ultimamente que sou gaja para lançar a moda.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

E foi assim


Quatro horas e meia de chapinhanso Luso e Bussaco acima e Luso Bussaco abaixo. A água brotava do chão cheia de força e escorria trilhos abaixo formando pequenos rios que fomos trepando um a um. Pedras e pedregulhos, árvores caídas, lama. Chapinhámos durante cinquenta quilómetros de pura diversão. Não valeu o banho de água fria do Luso no fim nem eu não ter levado na bike vários garrafões para encher com aquela água pura e cristalina, mas valeram as fotos para registar o momento, valeu o leitão e o frisante na Mealhada, valeu o companheirismo e as gargalhadas todo o caminho, valeu também o tareco de primeira classificada no meu escalão que trouxe para casa. Não que houvesse mais alguma maluca com mais de cinquenta anos a aventurar-se naquilo, por isso o ganhei, mas até fica bem na minha prateleira de troféus. 😊




quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Yoga

Tive uma nova epifania e deu-me para ir experimentar uma aula de Yoga.
Gente! Estou até ao momento a tentar desatar os nós que fiz com os braços e as pernas. Mas sim, aauummmmm, aauummmmm.
Estou zen e com um torcicolo no pescoço.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Sei bué sobre ventos


Vi as árvores a abanar. Fui ver. Ora bem, Norte, Sul, Este e Oeste, (a ajudar com as mãos virada a Norte) olhar as bandeiras e as árvores. Está de Norte! Meu dito, meu feito e confirmado na minha app secreta no telefone que é esperto que nem um alho. Meus colegas olharam-me estupefactos. Percebo mesmo bué de ventos. Desde que me dediquei às pedaladas que me vi obrigada a estudar a situação que isto de enfrentá-lo ou ir à sua boleia tem muito que se lhe diga. Mas uma coisa é certa, quando uma Gaja vai de bike, ele está sempre, mas sempre de frente, dificultando a pedalada. Quer me cá parecer que ele vira conforme lhe dá na real gana só para me lixar. Sei bué sobre ventos é o que vos digo, quando a bike até abana está para aí a 40km/hora e quando só me faz chorar os olhos, de 12 a 24 km/hora. Quando nem consigo pedalar o melhor é voltar para casa. Ah. E quando não há vento, não há vento. Viram como eu como eu sou entendida em ventos?

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Ser criança não era fácil


Sempre fui muito desassossegada. Lembro-me de ser garota e ser uma inconstante da alma e do corpo principalmente das pernas, por isso, ainda bem que sou do tempo em que se brincava na rua até à noite, altura em que a minha irmã, sete anos mais velha do que eu e muito responsável vinha à rua assobiar e eu, respeitadora, voltava para casa para a banhoca e o jantar.
Eram quase quatro meses de férias de verão em que eu corria pelos quintais, subia às árvores, aliás trepava tudo o que ficava nas alturas para ver as vistas, andava de bicicleta, jogava ao elástico e ao berlinde e ao prego e à apanhada e às escondidas e ao aeroplano e a muitas outras brincadeiras, algumas até bastante parvas, que se inventavam no momento. Era uma sem parança como dizia meu pai.
Sei que um dia fiquei doente das pernas. Eram tantas as dores que eu mal conseguia andar e chorava que nem Madalena arrependida com medo de não conseguir ir brincar. Meus pais ficaram preocupados e já achavam que eu tinha alguma doença maluca pois não comia nada, era uma franganita e não parava quieta e agora estava doente das pernas. Levaram-me ao hospital. Depois de algumas horas em testes e exames viemos sem diagnóstico e com um paracetamol, não me acharam nada. Pelo caminho meus pais insistiram em perguntar ao que tinha andado a brincar nos últimos dias. Lá me descosi e confessei que tinha estado a tarde toda do dia anterior a saltar da pilha das bilhas de gás nas traseiras do café…
Pois…. Não chegavam já as dores que eu tinha nas pernas como ainda fiquei de castigo quinze longuíssimos dias daquele verão, sem poder brincar fora de casa e ainda fiquei proibida de sequer passar pelas traseiras do café e mais ainda de tocar nas bilhas de gás.
Toma! Ser criança na altura era dificílimo. Ainda se houvessem tablets e Playstations e Nintendos e telemóveis, eu nem tinha saído do sofá….

domingo, 13 de janeiro de 2019

Quando percebes que de ti já esperam tudo

Há anos que não ia ver um jogo de hóquei em patins, mas a equipa da terra está na primeira divisão e ontem foi o dia em que fui ver um jogo. Gostei tanto, foi tão emotivo que durante o jogo postei uma foto do jogo no insta e no face.
Hoje, encontrei uma amiga que não via há algum tempo e ela perguntou-me logo
- "Hóquei? Qual de vocês lá em casa anda no hóquei?"
Quando respondi que ninguém, que fomos ver só porque sim, ela disse:
- "Ah, pensei que eras tu"
Pois.... quando a maluqueira de alguém leva outro alguém a considerar a hipótese de uma moçoila de cinquenta e picos jogar hóquei, espera-se dali tudo.

By the way, ser guarda redes de hóquei em patins é lixado....



segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Sombra



Ai, domingo de manhã, frio de rachar lá fora, ai tão bom, ficar na cama, no quentinho com os gatos enroscados nos pés e um livro. Só se for para vocês que para mim só é mesmo, mesmo bom quando não posso, de resto acordo com as galinhas e dá-me a tremura nas pernas e no cérebro e tenho de me pôr a andar. Fui ver o meu amigo mar e caminhar na praia. Quase virei estátua de gelo e piorei substancialmente o meu estado gripal por causa do sol na mona, mas não faz mal, tirei uma foto à minha sombra que é sempre bom para colocar no instagram, ouvi o som das ondas, espantei as gaivotas e molhei os pés a atravessar o rio. Foi fixe, hei-de repetir mas em vez de ser às nove da manhã com 2 graus, que seja às onze, um pouco mais quentinho.




quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Aqueles momentos esquisitos

Em chegado o momento de besuntar as peles para disfarçar as marcas da idade, descaimentos, manchas, olheiras, pés de galinha e assim, desatei a ver tutoriais de auto maquilhagem como se não houvesse amanhã. Além do bb cream, máscara de pestanas e eyeliner, gaja que passa a vida a pedalar de cara lavada para não haver cenas a escorrer dos olhos e das peles, não sei propriamente como aplicar e onde os tais betumes e afins. Adquiridos os artefactos que faltavam, hoje foi o dia da experimentação...
Digamos. Não correu mal. Nem bem. A mim parece-me que levei um murro em cada olho mas ninguém deu por nada de diferente em mim. Afinal, para quem é caixa de óculos, os olhos nem se vêm, além disso não deve ter resultado mesmo. As grelhas ainda cá estão.

P. S. Onde se lê grelhas, são gelhas ok?

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Pisca pisca

Não, não é a canção da outra, é mesmo uma reclamação aos senhores que fazem os carros que agora mandam tudo sem piscas. Vejam lá bem, carros tão caros e com defeito...
Não, o problema é dos carros defeituosos e não dos automobilistas que mudam de direção, param, fazem marcha à ré e se estão marimbando para quem vem atrás ou mesmo à frente. Piscas? Que raio é isso? Se ninguém faz porque carga de água hão - de fazer os que vão à frente da minha pessoa??. Bom, e posto isto, se por ventura estiverem parados no meio da estrada à espera de mudar de direção sem os piscas a funcionar, não se admirem se levarem comigo por detrás. Eu, uma gaja ensonada, a uma segunda-feira de manhã, sem café ainda no bucho e pitosga. Ah pois!!
Ainda não aconteceu porque sou moça com poder de adivinhação e reflexos mega rápidos mas poderá...

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Não há condições...


Ser velho e doente é triste, muito triste. Não posso dizer que seja condição deste ou de outro país porque velhice e doença existe em todo o lado, mas na verdade por cá somos escassos em soluções e ver-se doente numa cama de hospital ou lar ou o que quer que seja, sem conseguir movimentar-se ou comunicar, mas consciente, é triste e muito indigno. Questiono se será Deus tão grande assim, se terão as pessoas de sofrer tanto para partirem, questiono-me porque terá de ser a vida tão injusta….

Por estas e por outras sinto e mostro alguma resistência ao saber que para lá caminho a passos largos. Por estas e por outras tento viver todos os dias o melhor possível e o máximo que posso na rua e em contacto com a natureza para dar alimento ao corpo e à alma e tentar preservar a minha qualidade de vida. Além da bike tenho feito umas corridas pelas ruas e parques da cidade, corpo e alma agradecem, as gargalhadas também, especialmente ontem.

Saí do trabalho, equipei-me já em passo de corrida e saí para me embrenhar no mundo, mas… Como já sabem, comigo, há sempre um mas e muito ar me entrava pelo pandeiro acima, o calção estava curto, a cueca do calção enfiava-se-me por entre o nalguedo. Raios! Fiquei cusuda de terça-feira para hoje ou quê? Ora, puxa e empurra calções durante sete longos quilómetros para não ir toda a viagem com as peles assim à mostra. Compra uma gaja um outfit à atletista das corridas, super caro ainda por cima e é isto, lava-se e fica assim, minúsculo no pandeiro… Vou reclamar à loja, ó se vou!
Findo o trajeto e em chegando a casa aflita, corri para o wc e ao tirar os calções… etiqueta à frente!!! Calções ao contrário, portanto…

Ora digam-me que ser cota e destrambelhada não é triste…

domingo, 7 de outubro de 2018

Voltei

Fui ali fazer-me ao Caminho Histórico da Rota Vicentina. De Santiago do Cacém ao Cabo de São Vicente de bike. 210kms e dois dias e meio de, achava eu, planícies alentejanas, chaparros e praias paradisíacas cheias de surfistas bem apessoados. As praias paradisíacas estavam lá, os surfistas também, já as planícies... poucas, muito poucas. E ao contrário do que eu imaginava, montes e serras para trepar eram aos molhos. Dizem que só os bravos se atrevem. Eu... fui ao engano mas esfalfei-me para as subir e descer e consegui. Devo ser uma brava portanto. Mas o mais importante é que como em todas as outras travessias, voltei muito mais rica. Rica de gentes e lugares, rica de paisagens, conhecimentos, vivências e emoções.
Vi pessoas diferentes, vi planícies, subi serras assustadoras. Vi muitas vacas e cabras, fui perseguida por dezenas de cães pastores. Vi montanhas de fardos de palha, lavei-me do pó nos riachos, vi o nascer do sol do alto dos Cerros da Carrapateira. Passei por expedições de Alemães onde os burros carregavam as mochilas, passei por muitos caminhantes e ciclistas, pessoas a passear a cavalo. Fiz festas a uma Alpaca. Dei mergulhos no mar, jantei na Zambujeira a ver o pôr do sol. Pedalei durante quilómetros ao longo dos diques de rega, comi açorda de bacalhau à moda do Alentejo, ouvi o silêncio da madrugada da janela do meu quarto. Fui corrida de uma propriedade privada ao saltar uma cerca e vi o céu e o mar fundirem-se num só. Nas falésias deixei as tristezas, no alto das serras larguei as angústias . Numa das subidas mais íngremes, não tive força na perna e caí para o lado, lá, deixei um pouco da minha pele e trouxe um braço negro e arranhado como arranhado ficou o meu orgulho no momento. Cheguei por fim ao Cabo de São Vicente suja e cansada mas de sorriso nos lábios e muito feliz. Mais do que uns dias de férias, mais do que sair da rotina, mais do que correr mundo de bicicleta, mais do que tudo o que por lá deixei e tudo aquilo que trouxe, foi mais um desafio concluído! E quando eu consigo concluir desafios, eu consigo tudo....
Já estou a preparar o próximo.




















quarta-feira, 5 de setembro de 2018

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Sou muito rica

Neste ano de 2018 já pedalei mais de 3.000 kms por estradas e trilhos do nosso país e se pudesse já tinha pedalado o dobro ou o triplo, mas uma gaja não nasceu rica e tem de trabalhar para dar uma educação digna e um futuro aos filhos e ganhar algum papel para depois poder pedalar. 

Desde que pedalo que já conheci lugares fantásticos e pessoas incríveis que nem fazia ideia que existiam. É claro que o calo que já ganhei no cu, as marcas dos arranhões na pele, os calções desenhados nas pernas e os óculos na cara por conta do sol não contam, que esses mostro-os com orgulho e um sorriso na cara. Muito mais do que isso são as imagens que trago gravadas na alma, os ensinamentos que ganhei para a vida, os momentos de alegria e felicidade que vivi, o ar puro que respirei, o verde que vi, o azul que senti. Mais do que tudo isso é que não sendo rica em bens, sou riquíssima. 

No fim de semana passado fui com o maridão à Figueira da Foz, um total de 135 kms a dois. Já lá fomos outras vezes mas cada vez que vamos, descobrimos coisas que nunca vimos. E assim vamos enriquecendo... 


quinta-feira, 21 de junho de 2018

Giboia

Estou muito engraçada eu hoje derivado de uma noite em claro à conta de andar a tentar fotografar feixes de luz das trovoadas desta noite pendurada na varanda. Não consegui captar nem um, claro, problemas do obturador lento digo eu. E lenta fiquei eu do cérebro e da língua que ainda não me recompuz, trago aqui uma giboia enrolada ao pescoço que mais parece um cachecol. Odeio, fico nervosa, tenho medo de trovoadas mas estas fascinam-me e eu resolvi lutar contra o meu medo. Além de não ter resultado pois de cada vez que começava um ribombar eu fugia a sete pés, não preguei olho e estou hiperativa de movimentos ainda por cima desfasados de tudo o resto em mim.  A cota não bate com a perdigota, uma hiperativa a bocejar de 5 em 5 segundos. Já alguma vez viram? Sou eu.

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Castigos divinos

Se os há, já levei com um.
No sábado a pedalada desaguou num enorme morangal. Ora, passar sem parar perante tão bela e gostosa visão? Naaaa! Não só parámos como nos embrenhamos plantação adentro procurando os morangos maduros e engulindo-os não sem antes os saborearmos. Delícia dos deuses, ainda que um pouco a medo sem sabermos se tinham pesticidas recentes que nos provocassem daqueles desarranjos intestinais de caixão à cova. Que salixasse, mas tal não aconteceu, o que aconteceu, isso sim, foi que a partir de então comecei a sentir uma dor forte no joelho que foi aumentando de intensidade e praticamente cheguei coxa e com a perna pendurada a casa. Quase, mesmo quase a cair-me o joelho. Gelo e pomada nada fizeram e no domingo tive de abandonar a pedalada a meio para regressar a casa cheia de dores. E aqui ando eu. Não bastava a depressão por causa desta morrinha de água que não pára de cair, como agora que vem lá o sol e eu estou perneta. E isto só à conta de ter levado 2 morangos sem autorização, meia dúzia vá, bom, uma barrigada deles que me vão sair caríssimos em fisioterapia...
Toma lá morangos!

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Seis unhas

Três em cada pé foi o que eu pintei esta manhã à pressa com o meu filho do lado de fora da casa de banho a pressionar. Seis unhas são apenas o que se vê, hoje dia dezasseis de maio, dia lindo de sol e  calor, dia em que resolvi, finalmente, dar ar as peles.
Gente, isto não é ser bimba, isto  não é ser pobre, isto não é Província , isto é genial, ok? Aprendam que eu não duro sempre!

Bom, estão um pouco escalabardadas, eu sei, mas foi o que se pôde arranjar...