quarta-feira, 17 de abril de 2019
Há coisas curiosas
E depois, no meio disto tudo, tem de se apresentar na junta médica, onde passa mais uma série de horas, supostamente para exames e verificações médicas, mas onde quem faz as verificações não é médico nem coisa nenhuma, ou pelo menos não se identifica como tal, mas vai decidir se a pessoa terá ou não justificação para estar de baixa ou se a baixa é ou não fraudulenta....
Há coisas mesmo curiosas.
segunda-feira, 15 de abril de 2019
quinta-feira, 11 de abril de 2019
Liberdade
Depois entranhei.
A minha mobilidade continua limitada, a minha vida continua parada (entre aspas), mas eu não fiquei a chorar e a lamentar-me e a achar que sou uma desgraçada e que só a mim me acontecem desgraças. Não. Nunca derramei uma lágrima, pelo contrário, dez minutos após saber da minha desgraça, estava conformada, queixo levantado, sorria para as enfermeiras e estava munida de uma enorme dose de paciência, pronta para o que viesse.
A caminho do bloco operatório imaginei-me numa gincana de macas conduzidas por enfermeiros tresloucados e de cabelos em pé e fui sempre a rir-me e a conversar com o meu condutor.
Uma vez lá chegada, estava super descontraída.
Afinal, não é cada episódio da nossa vida uma passagem para outra margem?
Estou na sétima semana "de molho" e vejo já luz ao fundo do túnel. Além disso estou contente.
Contente, porque arrumei e organizei tudo quanto é gaveta cá em casa, ok que demorei meio dia com cada uma, mas estava a fazer algo e o que não consegui fazer, anotei para fazer depois. Tenho uma página A4 de ideias para concretizar assim que tenha mobilidade. Aprendi a fazer listas de compras online num abrir e fechar de olhos, tão cómodo que é, vou continuar a utilizar o sistema. Aprendi a estender roupa e a engomar sentada, aprendi a cozinhar aos saltinhos de pé coxinho, aprendi a transportar pequenas coisas penduradas nas muletas ou ao pescoço. Aprendi a tomar banho sentada num banquinho e com um saco enfiado na perna. Entro e saio do duche de muletas. Um luxo ein?
Só visto!
O meu companheiro de luta é o meu anjo da guarda. Muitos me ajudam e me mimam e eu sou uma sortuda. Não podia ter melhor família e melhores amigos.
Eu li livros, eu vi várias séries, trabalhei remotamente dia sim dia não e descansei os meus dois neurónios, embora destes dois que me restam, estejam também a ficar queimados.
Agora digam-me lá, parada a minha vida?
É claro que sinto falta do meu trabalho, dos meus colegas, de conduzir, de poder dar-me na real gana e ir às compras. Tenho saudades de vestir roupa normal, de me arranjar, de me calçar. Tenho saudades de pedalar.
Tenho saudades de liberdade.
terça-feira, 9 de abril de 2019
Era uma vez, uma vez
quarta-feira, 2 de novembro de 2016
segunda-feira, 8 de abril de 2019
Nova etapa
Yeah!
Que alegria, o gesso já lá vai no entanto, recomeçar a andar, só daqui a duas ou três semanas após remoção de um dos parafusos.
Isto vai, devagar mas vai.
Ó se vai :)
domingo, 7 de abril de 2019
Sem título
"O que é que te aconteceu para chamares o cancro à tua vida?"
Pois.... que raio de pergunta para se fazer, que raio de abordagem, que raio será aquilo de chamar desgraças para a nossa vida? O que pensar, o que responder?
Será mesmo que chamamos inconscientemente acontecimentos para as nossas vidas para resolver questões para as quais não temos resolução? Será???
Bom, que eu andava cansada, desmotivada, exausta mesmo, a nível psicológico, andava, que achava que precisava de uma pausa no trabalho, achava, que deveria repensar os meus azimutes e mais uma série de coisas, deveria e que desejava ardentemente que algo se altera-se e que tivesse tempo para fazer certas coisas, desejava.
Agora, será que necessitava mesmo de partir um tornozelo para ficar imóvel em casa já lá vão seis longas semanas para concluir que no final de contas tenho saudades do meu trabalho e do stress e das intrigas dos colegas e da confusão do departamento e de cozinhar e engomar para a família e das resmunguices deles e de tantos contratempos a todos os níveis e desta tristeza esquisita e de não ter tempo para nada? Será que precisava de ficar sem palavras e com a alma doente de tão vazia' Será que precisava de ficar com a vida em suspenso E de saber quem me quer bem e para quem sou importante?
Quer-me cá parecer que sim...
Agora já chega, já cá tenho a minha lição.
Amanhã é um dia importante na minha vidinha de perneta e o meu nome do meio é esperança, não é, mas é :)
Até amanhã.
sábado, 6 de abril de 2019
Vejam só que coisa mais linda mais cheia de graça
Estas foram a quatro mãos. Maridão lixou e pintou a caixa, cortou os tubos e arranjou os pés dos suportes das pulseiras, eu fiz o resto. Que tal?
Digam lá que isto não merecia um vlog no youtube...
terça-feira, 2 de abril de 2019
segunda-feira, 1 de abril de 2019
Recantos meus #2
Coisas das quais somos feitos, coisas que nos definem enquanto pessoas.
Coisas que marcam as nossas vidas....
domingo, 31 de março de 2019
quinta-feira, 28 de março de 2019
Asas
Já fui eu. Já quis ser outras que não eu. Já tentei ser outras. Não deu.
Sou de projetos, sou de objetivos, sou de sonhos.
Sou de asas e nessas asas eu voo.
Não me canso de voar.
Serei muito, serei tudo, serei eu.
Voltarei a ser eu mas nunca vou parar de voar.
quarta-feira, 27 de março de 2019
Tivesse eu
Agora gatos do mundo....
domingo, 24 de março de 2019
O outro lado
Dos dias.
Dos meus dias neste momento.
Quão estranho é estar confinada a casa sem poder fazer o que me der na real gana.
Quão estranho é estar parada no tempo, ter a vida em stand by.
Hoje ralharam comigo quando me lamentei por não poder pedalar nestes dias maravilhosos de sol e por não poder fazer praticamente nada do que gostaria. Se esta é a realidade do momento, é esta que temos de viver. E aproveitar. Logo outras realidades virão, só temos de ir saboreando aquilo que vamos tendo. Certo? Certo!
Ontem levaram-me a ver a praia e o mar. Levaram-me a jantar. Hoje levaram-me ao Talhão 60/61 do Pinhal de Leiria onde aconteceu mais uma atividade de reflorestação da área ardida. Pude sentir o calor do sol e a brisa a fazer-me esvoaçar os cabelos, pude respirar fundo e encher-me de energia. Pude exercitar os braços a fazer andar as minhas quatro pernas. Há pois é, vou ficar massuda dos biceps. Estragam-me com mimos é o que é e felicidade é o que sinto.
Estou rodeada de pessoas que se preocupam em fazer-me feliz.
Só tenho de estar à altura do momento.
sexta-feira, 22 de março de 2019
terça-feira, 19 de março de 2019
Glicinia
RE-Post 8 de maio 2015
Lembro-me sempre dele quando olho a glicinia em flor, as folhas tão verdes, as flores de um lilás tão vivo, o aroma tão intenso a primavera. Gosto de passar perto e inspirar aquele aroma, imagino-me no paraíso.
Parece até que ainda o vejo, todos os sábados, pendurado no escadote a atar e cuidar das braças que teimam em se espalhar por sítios que ele não quer. Tudo é cuidadosa e meticulosamente projetado e executado por forma a atingir a perfeição por ele idealizada, como de resto, saía perfeito tudo o que fazia.
Sábado após sábado eu ia ver qual era o projeto daquele dia e todos os anos por esta altura eu lhe dizia que cortasse uma braça da glicinia e ma plantasse num vaso. Eu queria uma glicinia daquelas no meu jardim, plantada por ele.. Todos os anos ele acabava por se esquecer.
Foi já no hospital, poucos dias antes de partir na sua eterna viagem para o céu que meu pai me disse, assim do nada, que fosse lá a casa e que perto do poço estava um vaso com uma glicinia plantada e já em fase de crescimento para mim.
Ainda não a trouxe, mas quase todos os dias vou ver a dele.
segunda-feira, 18 de março de 2019
Baixou em mim
Sim, a tal das arrumações e organizações. Credo!! Sim, credo!!
É que apesar do meu estado perneta, enclausurada, em repouso e recuperação, nem por isso consigo expulsar a sem parança que há em mim...
Posto isto e além de ler e ver séries e tv, juro que até já gosto um pouquito do programa da Cristina mas estava a dar-me cabo dos tímpanos que a moça guincha p'ra caraças, introduzi uma nova táctica na mina rotina.
Ver vídeos de DIY, organização, arrumação, decoração. Tudo em ão portanto.
Em seguida passei à ação.
Sentadinha, de gaveta em gaveta, seleção, novo método de dobragem, novo método de organização arrumação. Duas horas ou três por dia para não me cansar muito.
Digam lá, não fica um mimo? Pena isto só durar uma semana, duas na loucura...
Só uma pequena amostra:
quinta-feira, 14 de março de 2019
E enquanto a vida acontece lá fora
Perna no ar no sofá, perna no ar na cama, perna no ar nas consultas do hospital, perna no ar no pátio, a apanhar sol...
quinta-feira, 7 de março de 2019
Fogo cruzado
Se na primeira noite não passei do corredor, o que até veio a revelar-se de valor pois tinha todo um enorme espaço para respirar e muita ação para me distrair, a partir daí, passei para uma enfermaria com três camas, o que também, de início, me agradou bastante. Fiquei na cama do meio, entre duas velhinhas acamadas, frente à tv, tudo muito calminho, tudo muito arrumadinho.
As velhinhas eram umas queridas.
Depois dos banhos, pequeno-almoço e medicação, instalei-me e relaxei.
Foi quando começou a guerra.
Parece que caí de para quedas num autêntico fogo cruzado.
Uma velhinha ressonava de um lado, a outra respondia do outro. Uma engasgava-se, a outra quase cuspia a dentadura. E eu ali no meio.
Eis que começo a ouvir tiros espaçados de um lado. Do outro responde uma rajada de metralhadora.
E eu ali no meio.
Aquilo eram morteiros, tiros de espingarda, carabinas. Juro que até houve disparos de kalashnikovs, rifles e outra maquinaria pesada. Algumas, estou certa, deitavam molho no final.
E eu ali no meio. Pedi para ser aberta uma greta da janela para renovar o ar, uma delas constipou-se. Ficou rouca mas não perdeu o piu e o tiroteio e a ressonância continuaram por quatro dias.
E eu ali no meio, na trincheira a levantar bandeira branca sem ninguém me dar confiança.
Quando tive alta e respirei ar puro, juro que até tive tonturas...
Vai uma p'ssoa para o hospital para se curar e sai de lá toda amarela e esburacada de tantos tiros.
terça-feira, 5 de março de 2019
Vida de perneta
Estou perneta já lá vão dez dias.
Fui finalmente operada na quinta feira e na sexta já vim para casa.
Mas, para quem não sabe, eu sofro de bichos carpinteiros e sábado já me sentia tão bem que fui ao jantar de carnaval do meu grupo do costume. No domingo, com a ajuda das minhas duas pernas auxiliares passeei pelo quintal, pedi para me levarem a ver o mar e fui lanchar a casa de uns amigos.
Pois. Sou doida, eu sei.
Na segunda, quando fui fazer o penso o meu pé assemelhava-se a um peixe balão sem boca e fui avisada para estar sogadita e com o pé no ar, gelo e mais gelo ou estragava tudo.
Convenci-me então que tenho todo o tempo do mundo e que pese embora tudo e mais alguma coisa, o tempo é o que fazemos dele, o que me dá forte nos nervos mas tem de ser.
É que eu tinha a mania que não tinha tempo. E quem acha que não tem tempo, vive a mil e eu vivo e gosto de viver a mil.
Eu sei, sou teimosa que nem uma mula, ainda por cima, uma mula sem parança.
Mas se eu quero porque quero ficar boa o mais breve possível para poder voltar a viver a mil e pedalar, pedalar, pedalar, que eu preciso voltar a pedalar, tenho de me resignar à minha simples vidinha de perneta em recuperação.
Aceito o pequeno almoço na cama, tomo banho sentada, venha tudo quanto é mimo que eu quero (vou ficar uma Mureia, metade mulher, metade baleia).
Resumidamente tenho de passar os dias de papo para o ar no sofá.
Já marchou o livro que estava a meio há semanas, o resto da série da Casa de Papel e toda a do Narcos. A fila de espera é imensa. Ai mas ai que tenho tanto que fazer. Tantos livros, tantas séries, tantos blogues para ler, tantos mails do trabalho para ver e até quem sabe trabalhar à distância.
sexta-feira, 1 de março de 2019
E assim se gasta meia vida
terça-feira, 19 de fevereiro de 2019
Cuidado!
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019
Se tem cara de benuron
Perguntou a minha amiga a alguém que desfiava um Rosário de doenças há mais de meia hora.
O que eu me ri
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019
Fragilidades
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019
“Diz-que” boas mesmo boas
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019
Prontus, resolvi assumir-me
Comprei umas calças um número acima do que insistia ser o meu. Já consigo respirar..
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019
Digam-me lá
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019
Quando te dás conta que não tomaste os comprimidos...
Estás a ter uma conversa séria no trabalho e sentes um leve arranhar no pescoço, mesmo junto ao gorgomilo. Mandas a mão ao local e dás com a etiqueta que devia estar atrás, mas não, está mesmo ali, à frente, com um pequeno chumaço e tudo..
Isto tem-me acontecido tanto ultimamente que sou gaja para lançar a moda.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019
E foi assim
quarta-feira, 30 de janeiro de 2019
Yoga
Tive uma nova epifania e deu-me para ir experimentar uma aula de Yoga.
Gente! Estou até ao momento a tentar desatar os nós que fiz com os braços e as pernas. Mas sim, aauummmmm, aauummmmm.
Estou zen e com um torcicolo no pescoço.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2019
Vinte sete de Janeiro é um dia do caraças
Cheguei há muitos anos, antes da hora prevista, minúscula e cheia de speed na goela. Nunca mais parei. Dizem de mim que era reguila. Ainda sou e nem a idade me tranquiliza.
Sou muito...refilona
Não suporto...atrasos
Eu nunca...digo nunca
Eu já...fui à América
Quando eu era criança...usava óculos e aparelho nos dentes
Neste exato momento...estou à rasquinha para ir ao wc
Eu morro de medo de...aranhas
Eu sempre gostei...que me surpreendam
Se eu pudesse...dava a volta ao mundo a pedalar
Fico feliz...quando os meus filhos estão felizes
Se eu pudesse voltar no tempo...fazia tudo igual
Adoro...animais
Quero muito ir...dar uma volta ao bilhar grande
Eu preciso de...amor e uma bicicleta
Não gosto de ir...a funerais
E pronto.
Partilho convosco, amigos virtuais e não só um bolinho que sou moça prendada (quando quero)
quarta-feira, 23 de janeiro de 2019
O que me prende
terça-feira, 22 de janeiro de 2019
Rotinas novas
quinta-feira, 17 de janeiro de 2019
Sei bué sobre ventos
segunda-feira, 14 de janeiro de 2019
Ser criança não era fácil
domingo, 13 de janeiro de 2019
Quando percebes que de ti já esperam tudo
Hoje, encontrei uma amiga que não via há algum tempo e ela perguntou-me logo
- "Hóquei? Qual de vocês lá em casa anda no hóquei?"
Quando respondi que ninguém, que fomos ver só porque sim, ela disse:
- "Ah, pensei que eras tu"
Pois.... quando a maluqueira de alguém leva outro alguém a considerar a hipótese de uma moçoila de cinquenta e picos jogar hóquei, espera-se dali tudo.
By the way, ser guarda redes de hóquei em patins é lixado....
quarta-feira, 9 de janeiro de 2019
A terapia do foda-se
Desculpem lá qualquer coisinha ein.
Touchim
Nem sei bem o que vos escreva enquanto estou aqui em pulgas à espera do telefonema do meu amigo Marcelo. O que eu queria mesmo era um beijinho e uma selfie, mas o telefonema serve se for gravado e colocado no insta. Acontece que estou com voz de cano entupido por conta de uma gripose que fizerem questão de me oferecer de presente. Bardamerda que isto nunca mais passa. Já fiz saber que vou matar quem ma deu e como quem dá o que lhe dão é amigo do coração, já fiz igualmente questão de a oferecer a vários....
Até
terça-feira, 8 de janeiro de 2019
Mais um caixote
segunda-feira, 7 de janeiro de 2019
Sombra
sexta-feira, 4 de janeiro de 2019
Nunca me fechem
Anda uma p'ssoa a pedalar kms e kms à chuva e ao frio e ao vento e atravessando a bruma, apanhando humidade e calor e transpirada, molhada até à medula e mantém - se sã que nem um pêro e depois, chega de férias ao escritório, quentinho, sem vento e sem frio e basta um dia para ficar contaminada de tudo quanto é bicheza gripal e constipal. Xiça!! Cof,Cof, Snif, atchim, atchim....
terça-feira, 1 de janeiro de 2019
Vamos lá pôr isto a andar
Marido quer internar-me.
Nem sei muito bem porquê, mas talvez eu ter tirado férias e não ter dormido as manhãs na cama, não ter andado às compras nas promoções, não ter lido, não ter ido ao blog nem visto séries, muito menos feito limpezas, arrumações ou outras coisas que se fazem nas férias de inverno e ter apenas pedalado me faça suspeitar porquê.
Talvez o meter-me de novo no desafio maluco de fazer 500 kms de bicicleta em oito dias também tenha contribuído.
Ah! E também ter me levantado todos os dias de madrugada para me embrenhar no mato a pedalar, almoçar uns petiscos em tascas e à noite cair exausta na cama para acordar cedo no outro dia.
Ou, em calhando, foi determinante quando no dia 31, faltando-me quarenta e sete quilómetros para terminar o desafio e marido, que nunca me abandona nestes meus desvarios e sempre me acompanha para dar força e assistência e eu, nos fizemos à estrada mas como era uma volta pequena, não levámos ferramentas. A dez kms de casa ele furou. Mandou-me continuar para eu terminar o desafio e depois trazer carro para o levar. Assim fiz. Cheguei, troquei os sapatos de encaixe pelas pantufas e lá fui eu pelo caminho que ele faria para chegar a casa. Após algumas transgressões de trânsito e várias voltas a rotundas e caminhos possíveis não o vi e voltei para trás. Foi então, já bem perto de casa e após ele ter feito kms a pé com a bike às costas que finalmente o avistei quando praticamente se atirou para cima do carro. Já tinha passado por ele, quase o atropelei e não o vi...
Ah. Já sei, também deve querer internar-me porque no dia 1 de Janeiro, véspera de regressar ao trabalho eu lembrei que não tinha feito a única coisa impreterível destas férias que era lavar e aspirar o carro e ao chegar a casa e ainda com a roupa da noite ter corrido para a lavagem. Ah! E ter-me esquecido de colocar a banana na salada de frutas para os convidados no Dia de Natal também foi mal. Bom, pensando bem, ando aqui a pôr-me a jeito.
Posto isto só me resta então pôr este novo ano nos eixos e a andar.
Que seja um bom ano .
Para mim e para vós.
Siga!



























